11.01.2018 às 07:35
Chapadão do Sul registrou apenas um caso de chikungunya em 2017
A Febre Chikungunya, doença transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, fez 101 vítimas em Mato Grosso do Sul, em 2017. Os dados são do boletim epidemiológico da SES (Secretaria de Estado de Saúde). De acordo com os dados, o mês que mais registrou casos da doença foi o de outubro, com 25 confirmações.
A capital contou com o maior índice de casos da doença, com 41 confirmações. Na sequência, Corumbá contou com 18 casos. Eldorado foi o terceiro em incidência da doença, com 10. A cidade turística de Bonito registrou oito casos.
Também contaram com casos confirmados: Água Clara (1), Amambai (1), Aquidauana (2), Aral Moreira (1), Caarapó (2), Cassilândia (1), Chapadão do Sul (1), Coxim (1), Fátima do Sul (1), Ladário (1), Maracaju (3), Miranda (1), Naviraí (3), Nova Andradina (1), São Gabriel do Oeste (2).
A maioria dos casos registrados no estado foi autóctone - quando a pessoa contrai a doença na cidade onde reside. Quanto ao número de notificações em todo o Estado, o total foi de 509 nas 51 semanas analisadas pela SES.
Entre os sintomas da febre chikungunya estão febre alta e dor intensa nas articulações de início agudo, acompanhada ou não de edemas (inchaço).
Para prevenir a doença, as indicações são as já conhecidas contra a dengue que possui o mesmo vetor- Aedes Aegypti. É necessário evitar o acúmulo de água em objetos, sejam esses pneus, latas, garrafas, baldes, etc, água parada é atrativa para a reprodução do mosquito.
É recomendado se evitar o deslocamento para áreas onde há transmissão instalada do vírus.
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