11.12.2017 às 10:30
Aids: os avanços e retrocessos relacionados à enfermidade
A doença conhecida como Aids tem assustado a população mundial há anos. De forma geral, essa síndrome é causada por um vírus denominado HIV, que causa graves problemas no sistema imunológico do indivíduo afetado. Durante a década de 80, ocorreu o auge dessa doença no mundo.
As taxas relacionadas a essa enfermidade, segundo relatório da Unaids, revelam que não atingiremos a meta de acabar com a epidemia até 2030. No nosso país, estudos apontam índices muito altos de Aids em homossexuais (18%), travestis e mulheres trans (32%) e profissionais do sexo (5%).
Dos últimos 35 anos para cá, podem ser observadas muitas mudanças em relação ao combate à Aids. “O que mudou bastante foi o que a gente tem disponível no nosso arsenal médico e terapêutico para conseguir fazer com que uma pessoa que vive com o HIV não desenvolva a doença, não morra, não transmita sua doença para outra pessoa. Tratar uma pessoa que vive com HIV é algo que a gente já sabe fazer”, comentou o doutor Vasconcelos.
A importância da prevenção contra a Aids é enorme. No entanto, caso uma tentativa de prevenção fracasse, ainda há boas formas de proteção contra a doença. “Aquele que escolheu o uso do preservativo, mas falhou em algum momento, pode utilizar os remédios retrovirais por um mês para evitar a infecção”, disse o professor Grangeiro.
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