Quinta-Feira, 08 de Julho de 2020
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01.05.2020 às 14:30

Ação da UFGD procura fazer mapas para ajudar municípios contra a covid-19

Chapadão do Sul fará parceria com a instituição

Um grupo de pesquisadores ligados ao curso de Geografia da UFGD está trabalhando para produzir mapas que ajudem as pessoas a identificar visualmente os casos de coronavírus no Estado, por meio do site https://projetoextmapeamentocovid-19ufgd.netlify.app/. Além do mapa de contágios em Mato Grosso do Sul, o grupo está trabalhando para também produzir mapas contendo informações específicas dos municípios.  

Fazer mapas das cidades, apontando onde estão localizados os pacientes que contraíram covid-19 é uma forma de visualizar por onde o vírus está transitando em cada município. Essa informação pode auxiliar os agentes públicos, como prefeitos e secretários de saúde, a tomar decisões mais acertadas para conter a transmissão do vírus.

De acordo com o proponente do projeto, Antonio Iderlian Pereira de Souza, até o momento, as prefeituras de Batayporã, Chapadão do Sul e Cassilândia já fecharam parceria com a equipe do projeto. Pelo menos mais três municípios podem ser atendidos. É necessário que as secretarias de saúde desses municípios criem um protocolo de atendimento aos casos de pessoas que contraíram o coronavírus, em que fique registrado o endereço onde essas pessoas moram.

PROJETO É DE ALUNO DA UFGD
O proponente do projeto é um estudante que está concluindo o curso de Geografia da UFGD. “Estou no último ano do curso, e devido à paralisação do calendário acadêmico, eu estava com tempo livre. Nessa situação, pensei que nada poderia ser melhor do que exercitar os conhecimentos da faculdade na prática, e fazendo isso de graça por meio da extensão universitária”, afirma Antonio.

“Serviços de mapeamento como este que estamos fazendo são oferecidos para as prefeituras por empresas, que cobram valores considerados altos para a maioria dos pequenos municípios. Estamos oferecendo essa ferramenta para melhorar a gestão de saúde, de forma totalmente gratuita”, explica o estudante.

De acordo com Antonio, com os mapas identificando onde vivem os pacientes que contraíram o covid-19, seria possível que cada município adeque os cuidados de acordo com a sua realidade. Com mapas, os focos de transmissão ficam mais visíveis e as autoridades podem tomar medidas muito mais efetivas para que o foco não se alastre, evitando a quarentena de isolamento total, e o fechamento sistemático de todas atividades econômicas e sociais do município, quando esta medida não é de fato necessária.

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